Os cabelos brancos, a pele enrugada, as mãos frágeis e o andar cambaleante denunciam que a velhice chegou. Mas os aspectos físicos são suportáveis, afinal de contas, espera-se na vida que todos um dia fiquem velhos. A questão é de que forma chegarão e passarão pelo período do fim da vida.
O filme da vida real chamado ‘invertendo os papéis’ nos ensina uma lição; os pais idosos voltam a ser crianças para que os filhos tenham a oportunidade de mostrar toda sua gratidão por eles.
O filme da vida real chamado ‘invertendo os papéis’ nos ensina uma lição; os pais idosos voltam a ser crianças para que os filhos tenham a oportunidade de mostrar toda sua gratidão por eles.
Não os abandone
A expressão ‘uma mãe é para mil filhos, mas mil filhos não são para uma mãe’ parece exagero, mas quando observamos o abandono afetivo que se instalou no seio de muitas famílias essa triste realidade se torna cada vez mais presente.
Filhos com a vida atribulada, cheia de compromissos e corridas pela vitória individual esquecem da família e provocam a pior dor que os pais poderiam sentir, o abandono afetivo.
Muitos filhos ingratos, abandonam seus pais aos cuidados de quem mal sabe cuidar deles. Outros rejeitam e os põem na porta de uma casa de repouso esperando que eles sejam adotados. Preferem que outros façam por eles o que seria um dos privilégios mais nobres da vida: cuidar de quem se recebeu cuidado. Não por obrigação, mas por amor!
Dos filhos dedicados aos relapsos, a falta de atenção aos pais resume-se sempre na mesma coisa. É que o tempo transformou-se em inimigo e razão para todas as desculpas.
As casas de repouso, para muitos, tornaram-se lugar de esquecimento onde os filhos entendem que por pagarem moradia e assistência médica já estão dando o que os pais necessitam.
Não é raro encontrar dos mais requintados aos mais simples, abrigos que possuem idosos tristes, acuados pelos cantos de tristeza e doentes de tanta saudade.
A expressão ‘uma mãe é para mil filhos, mas mil filhos não são para uma mãe’ parece exagero, mas quando observamos o abandono afetivo que se instalou no seio de muitas famílias essa triste realidade se torna cada vez mais presente.
Filhos com a vida atribulada, cheia de compromissos e corridas pela vitória individual esquecem da família e provocam a pior dor que os pais poderiam sentir, o abandono afetivo.
Muitos filhos ingratos, abandonam seus pais aos cuidados de quem mal sabe cuidar deles. Outros rejeitam e os põem na porta de uma casa de repouso esperando que eles sejam adotados. Preferem que outros façam por eles o que seria um dos privilégios mais nobres da vida: cuidar de quem se recebeu cuidado. Não por obrigação, mas por amor!
Dos filhos dedicados aos relapsos, a falta de atenção aos pais resume-se sempre na mesma coisa. É que o tempo transformou-se em inimigo e razão para todas as desculpas.
As casas de repouso, para muitos, tornaram-se lugar de esquecimento onde os filhos entendem que por pagarem moradia e assistência médica já estão dando o que os pais necessitam.
Não é raro encontrar dos mais requintados aos mais simples, abrigos que possuem idosos tristes, acuados pelos cantos de tristeza e doentes de tanta saudade.
Indiferença indireta
Muitos se utilizam da indiferença indireta – aquela promovida pelo tratamento frio e distante repleto de reclamações – para se livrar dos pais. Não são raros os casos de velhinhos que optaram por abrir mão do convívio familiar por acharem que estavam atrapalhando a vida dos filhos. E, categoricamente, afirmam estar melhor longe de sua família por verem que a decisão favoreceu seus filhos tão amados.
Muitos se utilizam da indiferença indireta – aquela promovida pelo tratamento frio e distante repleto de reclamações – para se livrar dos pais. Não são raros os casos de velhinhos que optaram por abrir mão do convívio familiar por acharem que estavam atrapalhando a vida dos filhos. E, categoricamente, afirmam estar melhor longe de sua família por verem que a decisão favoreceu seus filhos tão amados.
Colheita da plantaçãoNão são poucos os casos de pais que, agora na velhice, vivem a solidão que cultivaram durante a vida. Muitos são os filhos feridos pelo descaso parental que viveram na infância e por isso não nutrem quaisquer sentimentos por seus pais para poder lhes oferecer amparo.
Quantas cicatrizes abertas por palavras malditas, gestos de brutalidade e até de violência ainda não curadas. Mas não seria o isolamento um dos mais cruéis castigos para quem um dia foi tão ruim? Não seria o caso de encerrar uma história triste com um último gesto de compaixão?
Simplicidade amorosa
O que espera receber da vida alguém que renega seus próprios pais? O que admirar em alguém que não dispõe de nenhuma gratidão por quem mais o ama?
Basta um telefonema. Sentar no sofá para assistir ao programa de culinária e ajudar a mãe anotar a receita. É só amarrar os cadarços do velho pai que já não consegue se agachar para fazê-lo.
Basta sorrir um riso largo. Chorar um choro grato e abraçar com um amor sincero. É olhar nos olhos e dizer te amo. Amando verdadeiramente.
É fazer pelos pais o que você espera que seus filhos façam com você.
É mostrar para eles que tudo o que fizeram de você essa pessoa que custou dedicação, renúncia e muita paciência deles. Realmente valeu à pena. E eles conseguiram. No momento que mais precisam o orgulho que sentem de você cura toda artrose, artrite, depressão e saudade!
O que espera receber da vida alguém que renega seus próprios pais? O que admirar em alguém que não dispõe de nenhuma gratidão por quem mais o ama?
Basta um telefonema. Sentar no sofá para assistir ao programa de culinária e ajudar a mãe anotar a receita. É só amarrar os cadarços do velho pai que já não consegue se agachar para fazê-lo.
Basta sorrir um riso largo. Chorar um choro grato e abraçar com um amor sincero. É olhar nos olhos e dizer te amo. Amando verdadeiramente.
É fazer pelos pais o que você espera que seus filhos façam com você.
É mostrar para eles que tudo o que fizeram de você essa pessoa que custou dedicação, renúncia e muita paciência deles. Realmente valeu à pena. E eles conseguiram. No momento que mais precisam o orgulho que sentem de você cura toda artrose, artrite, depressão e saudade!
Se os papéis ainda não se inverteram na sua vida, crie todas as contingências possíveis para que o amor superabunde entre você e seus pais. O tempo é inexorável e ele trará surpresas; boas ou um tanto amargas. Por outro lado, se os papéis se inverteram, mesmo que você esteja cansado, irritado, buscando uma saída, lembre-se: Na despedida, quando suas lágrimas banharem no último beijo a face daqueles que foram usados divinamente para te gerar, poderá olhar para os céus e agradecer por ter aprendido tanto com eles, tornando-se um ser humano muito melhor pelo privilégio de retribuir, em vida, um pouco do carinho e dedicação que eles dispuseram a você.
Sob o fundamento jurídico a própria Constituição Federal de 1988 garante que é obrigação da família, da comunidade, da sociedade
e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade,a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação,
à cultura, ao esporte, ao lazer, à liberdade, à dignidade…
O Poder Público falhou e dele não há nada para esperar, a sociedade prega abandono dos seus pelo convívio superficial do mundo,
a Justiça lhe obriga, mas a sentença não garante sentimentos.
Pais são tão especiais que, mesmo que não entenda sua decisão, eles respeitarão. Mesmo que isso lhes provoque a pior dor na reta
final de suas vidas.
Aproveite este período festivo e escolha estar com sua família. Escolha ser família! Mas não só no Natal e na virada do ano.
Essas linhas são para que você não sofra a dor do arrependimento de ter tido a escolha de fazer pelos seus pais em vida o que a dor
da morte pode te cobrar!
Sob o fundamento jurídico a própria Constituição Federal de 1988 garante que é obrigação da família, da comunidade, da sociedade
e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade,a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação,
à cultura, ao esporte, ao lazer, à liberdade, à dignidade…
O Poder Público falhou e dele não há nada para esperar, a sociedade prega abandono dos seus pelo convívio superficial do mundo,
a Justiça lhe obriga, mas a sentença não garante sentimentos.
Pais são tão especiais que, mesmo que não entenda sua decisão, eles respeitarão. Mesmo que isso lhes provoque a pior dor na reta
final de suas vidas.
Aproveite este período festivo e escolha estar com sua família. Escolha ser família! Mas não só no Natal e na virada do ano.
Essas linhas são para que você não sofra a dor do arrependimento de ter tido a escolha de fazer pelos seus pais em vida o que a dor
da morte pode te cobrar!











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